Seguidores

terça-feira, 21 de maio de 2019

UTSM 2019

UTSM 2019

https://www.youtube.com/watch?v=l482T0yNkeo

 Nem sei por onde começar 😂😂😂

Talvez pelo estádio, isso, comecemos pelo estádio, de onde foi dada a partida para mais esta mega aventura. Pelas 22.00h, a melhor hora de partida de sempre para uma prova desta distância.
Muitas caras conhecidas, muitas caras felizes, muitas mais melindradas, muita gente havia por ali prestes a embarcar na sua primeira aventura de 3 dígitos, um público fogoso, estavam reunidas todas e as melhores condições para mais um memorável UTSM.

( Foto Pré-Partida, fresco e fofo )


A partida, este ano, ao contrário das edições anteriores que nos apontava diretamente para a serra escura e fria, é feita pelas principais artérias da cidade, com passagem pela Rua do Comércio, onde mesmo fora de horas, os lojistas mantinham as portas abertas, a CIDADE estava cheia de palmas para a nossa passagem, ali, cedo, percebi, este ano, ia ser diferente, e começou com o pé direito.

Bem, vou começar as lamurias, que é disso que vocês gostam, que eu sei 😎😎😎

Na cidade, cheia de caras conhecidas para mim, era fácil demais correr a 4´.30´´sem medo do que estava para vir, queria era despachar aquilo. Aqui, nesta fase, cheio de força e cagança, dizia a todos os que perguntavam, 15.00horas, 15.00 horas e devo estar em Portalegre novamente…..

-Deves, deves...

(Pela noite dentro da serra de S. Mamede)

Arranquei de t-shirt, manguitos e um casaco bem ao estilo, "folha de papel", esperava um clima tropical, e acertei, estava um verdadeiro dia tropical na Antártida 😂😂😂😂

Ao atingir Marvão, estava bem disposto, mas trazia uma estranha dor no peito, não percebia se me doía o estomago se o peito, algo muito leve mas incomodativo, em Marvão, por lapso, esbarrei num abastecimento que não era para os atletas, mas sim exclusivamente para o Staff, mas tinha tão bom aspecto, que não me aguentei, e tive de "sacar" dali umas fatias de tortilha e comer a pressa sem ninguém ver, achava eu, claro que fui apanhado e ainda levei um bom raspanete 😆
O PAC de Marvão era na rua, estava um frio brutal, não queria estar ali muito tempo, bebi uma sopinha de penalti, puxei das luvas e rumei direito a serra Fria.
A próxima barreira a derrubar seria o PAC5, no Porto da Espada, JÁ CHEIRA A AÇORDA E CANJA DE GALINHA, sentia-me muito bem nesta fase de prova, mas sabia que o esforço tinha de ser medido na conta certa, o UTSM, este ano só começava aos 60km´s, e até ao Porto da espada, existe pelo menos uma subida e uma descida demolidoras, de resto, todo o troço é relativamente fácil, ao chegar ao abastecimento, tiro pela culatra, não havia sopa 😓

Nem me sentei, entrei num café que estava junto ao abastecimento, bebi dois cafés de peanlti e segui caminho rumo a verdadeira Sierra Fria e ao Pueblo de El Pino…
Aqui, sim, começou "A ESCAVACADEIRA", quando a entrar no PAC pelo inicio da manhã, uma senhora, já de Nacionalidade espanhola, grita a minha passagem na entrada do PAC:

- TRÊ QUATRO TRÊS
- TRÊ QUATRO TRÊS

Aquilo ficou-me no sentido hã… A espanholita gritava que se fartava, o abastecimento mais parecia uma sala de bingo 😂😂😂

Um gentil voluntario, Hispânico também, dirige-se a mim da seguinte forma:
- Hola Tio que tal, vá bien?

Nasci ao lado da fronteira, desde miúdo que os oiço gritar uns com os outros, sou quase "Bilingue", e estava em Espanha, teria de falar espanhol também.
Pensei primeiramente cá para os meus botões, "porquê tio!!!, se ele nem é meu sobrinho?!"...

Mas puxei do meu melhor espanhol e de ar sério lhe respondi:
"Si, claro, só tengo as Rodilhas todas Rodidas, fuera isso, todo vá bien Sobriño"

Olhou-me de forma suspeita, talvez não fale o mesmo Espanhol que eu, mas percebeu quando lhe pedi um "cafésolo" 😂😂😂

Aqui em El Pino, comi, 1kg de gomas, sem problemas, muitas e muitas gomas, já não podia ver mais laranjas e bananas a frente ao final de tanto tempo…

Temos de seguir que se faz tarde, ai mãezinha, é por ali? Vai lá uma camisola fluorescente, tomara que vá enganado 😂

Mas não ia, não tardou nada, estava a passar por lá também, a penar, de mão no joelho e nariz apontado ao chão, pregando "coño, roder e cojones" em alto e bom som, ao fim ao cabo ainda estava em terras Espanholas…

E aqui, nesta fase do percurso, me perguntei, porque raio abriram as fronteiras??? Não fosse a liberalização e seriamos poupados a estas demolidoras subidas.

(Em Alegrete, rir para não chorar)


Ora, São Julião e São Mamede não interessam, interessa sim, o estado lastimável em que ia sair de São Mamede, já estava vencido, e completamente acabado, sabia que até Alegrete ia ser a descer, mas infelizmente, estava acabado, não tinha força, só a teimosia me ia levar a concluir a prova, tinha demasiadas dores, não poupei os pés, as unhas pareciam feitas de cristal, prestes a partir a cada passada que dava, mas ia seguir caminho até Alegrete.

Chegado a Alegrete, conheço o caminho de cor e salteado dali para a frente, e F0dss€, aquilo é um quebra costas dos grandes, demorei séculos a progredir, perdi as forças até para trotar a descer, perdi posições, a vontade e o ânimo, restava-me a teimosia para não desistir ali, no rabo da coisa…
O caminho para o Reguengo é duro, estava numa fase do percurso onde não aparecia ninguém, seguia sozinho, aborrecido e desmotivado, e sabia o que estava a espera, a BESTA, a temível BESTA, num abastecimento intermédio, antes de a enfrentar, sentei-me numa cadeira, olhei para o dorsal, para o relógio, e disse a mim mesmo:
-Está na hora de desistir, não aguentas mais, já fizeste o que estava além das tuas capacidades, vai de carro, a prova termina aqui…
Cheguei a dizer a um colaborador que estava no PAC, que ia ficar ali, mas não me conformava, não sabia como assumir uma desistência de algo que queria muito…
Respirei, ponderei, fiz-me teimoso, levantei-me e disse-lhe, SÓ PARO NA META, apontei-me a subida e passados 300 metros, achava que devia voltar para trás, mas queria seguir em frente, sabia que tinha de afastar-me dali depressa para a vontade de voltar não ser nenhuma, ei-la, a BESTA…

(a BESTA, onde a fotografia não lhe faz jus ao nome)

Mãos nos joelhos, quando chegares lá acima podes finalmente sentir o sabor da medalha de cortiça ao peito, aqui, ofendi este mundo e o outro, devia ter ficado lá atrás, mas agora já não compensa 😂😂😂

(A meio da Besta, não há foto que a descreva)


A besta está dominada, no reguengo, só reabasteço de água e ponho-me ao caminho, cheirava a meta, era minha, estava feita, arrancada a ferros, custosa até ao osso.
O caminho até a meta, foi duro, sofrido, estraguei os pés de verdade, mas cheguei, mas cumpri, mas consegui.
Consegui mais uma medalha, mais uma aventura, uma história, e consegui divertir-me a brava.

A verdade é só uma, a prova é difícil, não é extrema, ainda, mas é muito, muito difícil, podia inventar mil desculpas para não ter feito as 15.00h a que me tinha proposto, mas a verdade é só uma, não tive nem pernas, nem peito para ela, o UTSM esteve por cima do primeiro ao ultimo km, não foi brando comigo, substimei-o, acabei por pagar a fatura carissima.

Juro que nunca mais lá volto, pelo menos hoje, juro que nunca mais lá volto 😂😂😂😂

Foram 20 horas, muito compridas...

UTSM, até que eu me esqueça 😁



#NOSVAMOSLAESTAR

terça-feira, 7 de maio de 2019

Não sabes onde estás...

Não sabes onde estás...
...de onde vens, nem para onde vais!

Apenas sabes que queres chegar, sentes o corpo a deixar-te para trás, recusas-te a permitir. 

Falas contigo, pões os pesos na balança, pensas no que já conseguiste e nunca no que ainda te falta, as pernas não interessam, interessas apenas tu, e o que queres alcançar, viajas interiormente e percebes que és muito mais do que imaginas, procuras forças, combates a dor, ignoras a angústia, queres terminar, custe o que custar!

Fechas os olhos e deixas que o coração te guie.

📷 João Delgado


quarta-feira, 1 de maio de 2019

24 HORAS MEM MARTINS

Leiam até ao fim, e perdoem o palavreado 😂😂😂

12.00 horas no relógio 🕛

Meio dia em ponto 🌍

Ao som de Vangelis, Chariots of Fire https://youtu.be/8a-HfNE3EIo

É dada a partida, uma coisa simples, ali não havia pelotões, ninguém sabia quem ganhava, nem quem seria boa companhia para seguir junto.

Agora....Vamos lá ver se eu vos consigo explicar volta a volta como aquilo foi. 

Volta 1- Saímos do tapete vermelho, para uma curva a esquerda, seguida de uma direita longa para uma ligeira inclinação que nos levava a uma ponte de madeira que mais parecia a cama de molas da minha avó, que terminava com uma saída a direita descendo 9 degraus para sair novamente a direita e pegar numa curva a esquerda que fechava a 180°, dessa, entrávamos numa a direita para colocar os pés na terra batida e bem batida com uma passagem por cima de uma ponte de madeira, que mais parecia o colchão de molas da minha TETRA avó, mesmo tipo trampolim, BRUTAL a primeira passagem, até dava vontade de ficar lá a saltar como uma criança, desse trampolim, saíamos a esquerda, para uma ascensão de 4 md+ em 30m de distância, "uma rampa de acesso", isto na primeira volta, mas já lá vamos. 😈 Ah, aqui nesta zona, do lado esquerdo, estava a minha tenda, com a minha mulher lá dentro, a olhar para mim a sorrir, a acenar e a pensar, FODASSE, o meu marido é um hamster 😂😂😂 ao cimo dessa rampa, seguindo em frente, numa espécie de pista corta mato,por uns 300 metros, iniciavamos uma curva LONGAAAAAAA a direita bem ao estilo Rotunda do Marquês que nos levaria a tomar o mesmo percurso mas em sentido inverso apenas separado por uma fita, era giro, dizia -Bom dia! a quem vinha em sentido oposto, isto nas primeiras voltas, mas já lá vamos 😈, ao fim desses 300 metros retomavamos o circuito, mas muito melhor, na ERVA, em que basicamente era assim, 30 metros para lá, volta para trás, 30 metros para cá, volta para lá mais 30 metros, onde estava uma ligeira descida de 2 metros, muito fácil, na primeira volta, mas já lá vamos😈, ora, uma ligeirinha a direita, mais uma ponte bem ao estilo cama da minha pentavó, e BUMBAS, passadeira vermelha, terminei a primeira volta, ehehe, é só isto? Fácil, Easy, Peaners, Tré Fácile, isto é como roubar um chupa a uma criança, achava eu, mas já lá vamos 😈😈😈

Volta 2- Ler a descrição da volta número 1;

Volta 3- Ler a descrição da volta número 1, ou também pode ser a 2 se gostaram mais 😂😂😂

Bem, volta 30 e tal, acho eu…

O tal tapete vermelho, já todo sujo, comia aí um bocado de melancia, ou outra coisa qualquer, um croquete ou assim, qualquer coisa servia, cambaleava á esquerda para depois cambalear á direita, subia outra vez para a merda daquela ponte manhosa de madeira que mais parecia a arca de Noé no dia do dilúvio, descia ao lado das escadas, arfava, libertava o F0d@$$E nr° 1324, cambaleava a esquerda longa, até mais uma ponte manhosa, tipo a cama de molas daquela senhora da minha família que já nem conheci 😂 para a seguir tropeçar a esquerda, ah, aqui nesta zona, do lado esquerdo, estava a minha mulher, na tenda, a DORMIR, encontrava a tal ascensão, que nesta fase parecia a subida ao Everest, e entrava naquela zona onde os atletas se cruzavam e os bons dias, eram trocados pelo pensamento, " este.....já está a voltar para trás e eu ainda tenho de ir lá ao fundo" , depois de lá irmos também, ao fundo, e depois de fazer aquele para lá é para cá 3x, estava a tal DESCIDONA, um precipício perigosíssimo, super inclinado, onde ouvíamos de uns alienígenas quaisquer que tinham acabado de chegar para ver a corrida dos hamster's, ESTÁ QUASE, não sei se não sabiam que eram só 08.00h da manhã, ou se achavam mesmo que em chegando a meta aquilo acabava para todos 😂
Foi esta a minha experiência, e talvez a única numa prova em circuito, foi dura, super exigente a nível mental, as pernas ali param cedo demais, os olhos querem fechar cedo demais, a monotonia, coloca-nos em piloto automático, é fácil adormecer enquanto corremos, temos kms que passam num segundo e metros que demoram horas. É fundamental ir como eu, levar alguém que nos conheça na corrida, que saiba o que precisamos e quando precisamos, que nos dê um sorriso quando estamos a ficar irritados, que nos empurre quando queremos abrandar, é uma luta, é uma guerra, que travada a dois, custa muito menos.

A prova em si, cheguei, em cima da hora, fiquei desiludido, pouca "gente da organização", pouco público... o que se veio a mostrar contrário, pois era "gente sabida" da corrida, como eu gosto de lhes chamar, os "velhos da corrida", presentes do início ao fim, um queria que eu comesse bolicaos a força 😂😂😂 outro, preocupava-se em saber se estávamos bem ao final de cada volta, as MULHERES, essas, asseguravam a logística, preparavam os pratos quentes, e BONS, queriam saber se estávamos bem, sempre de mangas arregaçadas, engoli o sapo, julguei-os antes de tempo, eram poucos, mas eram mais do que suficientes, PARABÉNS ORGANIZAÇÃO.
O fisioterapeuta/massagista, lamento não saber nem o nome dele para o poder mencionar, mas PORRA, o homem, com horas sem dormir e a fazer frente a uma noite fria, tratava dos atletas de uma forma fantástica.

Esta prova marcou-me, de verdade, certamente não voltarei, mas o que trouxe, chega-me para crescer e ficar feliz.
(Aproximadamente com 1 hora de prova)

(45km´s Feitos)

(24 horas depois)

(Após a Chegada)

(Medalha de Participação e Medalha Classificativa)



De reforçar, PARABÉNS A TODA A ORGANIZAÇÃO
24 horas a correr? Em circuito? Nunca mais.....TALVEZ.

📷 Orlando Duarte
📷 Jaime Maurício


terça-feira, 9 de abril de 2019

SÃO MUITAS AS HORAS

São muitas as horas …

Sozinho, por aí, por vezes sem saber sequer bem onde. Sem ver ou falar com ninguém, mas conversando muito, sozinho, pondo as ideias em "des"ordem, traçando planos, construindo sonhos.

Essas, as horas, que para muitos são insuportáveis, para alguns, são como força rejuvenescedora, em minutos transitando de uma sensação de dor e angústia brutal, para uma sensação de quase euforia, pelos feitos, pelas conquistas, por mais um marco alcançado, pelo derrubar de uma barreira, pelo culminar de mais um pequeno sonho, por mais uma conquista.

São estes os pequenos pensamentos, por que passa quem arrisca, quem está disposto, quem faz das fraquezas, forças, são estas as memórias que ficam, as memórias de quem chega ao fim.



Portugal Cross Country .... Uma viagem…

📷 João Delgado

#NOSVAMOSLAESTAR

terça-feira, 16 de outubro de 2018

Deixei parte de mim em Portel…
Trouxe algo de Portel comigo…

II Trail Serra de Portel 2018
Uma prova pequena, 25km, nada mais que isso, sabia o que ia dar, numa serra de baixa altimetria, mas de fortes inclinações, só podia dar sova certa…

Ia arrancar com tudo, sem nada a perder, como gosto, quando o corpo não aguentasse mais, paciência, outra estratégia iria aparecer…
(Partida de Faca na Boca)

Saida ao tiro, ninguém perdoou, uma frente de corrida com um grupo de 12 atletas a atacar a prova ditam uma partida brutalmente dura, e o meu lugar não era ali, não tinha cavalagem para aquela malta, mas ainda assim não ia desistir do grupo sem primeiro os assustar 😎😎😎aproveito a primeira descida bem inclinada e bem técnica, enquanto uns se defendem, aproveito para descolar, e resultou, parti o grupo….e parti as pernas 😂😂😂estava ditada a minha cruz para os próximos 20km, tinha como referencia o "velho" Antas, que seguia atrás de mim, sabia que quando fosse apanhado por ele, das duas uma, ou aguentava o ritmo dele, ou estava em maus lençois, a prova é desafiante, não existe nem 1km seguido de terreno, QUASE PLANO, ali, ou sobes ou desces, os locais de menor desnivél fazem o favor de te #esmigalhar os tornozelos todos num serpentear brutal em single track por entre árvores…

Ao km 15, o homem da marreta, bem em cheio no meio do peito, entrei em apuros, a 10 kms da meta e sem pernas para correr, cãibras, muitas, muitas cãibras….Ele lá vinha, o Antas, estava na altura de gastar o que sobrava e tentar seguir no ritmo dele, que era difícil  

(Foi aqui a primeira Marretada)

Foi um PORREIRO, mas um PORREIRO mesmo, sem objetivos de maior para aquela prova, decidiu não me deixar para trás e ainda quase carregar comigo, levei uma sova atrás dele das maiores que podem imaginar, mas já estava num papel de me sentir mal em deixa-lo ir embora depois de me ter carregado durante todo o tempo, com o passar dos kms, a prova não fica mais fácil, antes pelo contrário, os últimos 5kms de prova são demolidores, contruídos e desenhados por alguém com empenho, que nos coloca numa zona extrema da serra de onde podemos avistar ao longe o Castelo de Portel e desfrutar de toda a envolvência da serra, num carrocel de sobe desce brutal, ah, para fechar em beleza, a 3 km da meta têm guardada uma descida brutal para por a prova qualquer um que chegue ali sem forças, eu gosto de descer, de descer de verdade e ali vi a coisa complicadanuma chegada a Vila pelo ataque ao Castelo de Portel, conseguimos sentir-nos absorvidos por uma vila que está a espera de nos receber, numa arena super bem organizada temos as caras conhecidas a espera e a aplaudir, Portel concluído com sucesso e muito prazer.
(Quis a sorte que ficasse em 3º Lugar do escalão Sen. M)

Tenho de acrescentar, que senti em Portel, a força das gentes que se empenharam por esta prova, era claro ali, que a prioridade naquele dia eram apenas, os atletas, todo o Staff organizacional desdobrava-se para chegar a todo lado e limar arestas de ultima hora, ao longo do percurso, foram mais de 10, os pontos onde podíamos encontrar membros da organização a dar apoio e prestar indicações necessárias, senti, que ali, houve trabalho, carinho e dedicação, por parte de uma organização que não quis deixar pontas soltas.

Portel, merece um dia o devido reconhecimento pelo magnifico evento que tem vindo a crescer de ano para ano e aumentar o número de atletas, posso afirmar que é uma prova de nivél superior a algumas provas constituintes dos calendários nacionais, mas aqui não me posso estender se não só começo a dizer asneiras
Gentes de Portel, trouxe algo de Portel comigo 😊❤️

Muito Obrigado e até 2019 😎


Portugal 281+ Ultramarathon

Bem vindos amigos, á mágica Pt281+ Ultramarathon Sentem-se, confortáveis, vou tentar levar-vos a viajar numa das maiores aventuras qu...